• A maior movimentação social de todos os tempos
     
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  • Evernote Food
     
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  • Uma nova rotina
     
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  • Um mural online para compartilhar suas imagens, fez do Pinterest o centro de atenções dos usuários
     
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  • A consolidação do mkt digital
     
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Livrinho de receitas

Nessa atual fase de licença maternidade me deparei com uma rotina nova: dona de casa.
Quando você não esta acostumada a ficar em casa, tem a falsa impressão que é tudo fácil, tranquilo e rápido. Tinha essa falsa impressão até o momento que minha funcionária pediu demissão e tive que literalmente “me virar nos 30. “
Das atividades do lar, uma das que passou a me atrair é a da cozinhar. Leiga de tudo, comecei a colecionar receitas de cada folheto que via. São receitas fáceis, que não exige muita técnica, mas são impressas. Ao juntar umas cinco, tive a brilhante ideia em comprar um livro de receitas para colar a minha nova coleção . Parei um pouco para pensar friamente e vi que não via sentido ir atrás de algo físico se também acesso receitas via sites. Precisava de algo que conseguisse reunir os dois mundos, impresso e online e comecei a procurar apps que pudessem me ajudar. Achei o Evernote: Food .
O Evernote Food é útil para armazenar receitas. Para guardar as receitas impressas, basta tirar a foto da receita e cataloga-la com a descrição do tipo de culinária, local, data e demais observações que você queira fazer. O mesmo pode se fazer as urls dos sites onde você acessa a receita. Fica tudo reunido como se fosse um “caderno só que na versão online”. Um outro diferencial é que ele também permite você descobrir restaurantes pela região e pelo tipo de culinária, além de explorar receitas ja cadastradas. Em termos práticos essa ferramenta foi a solução para o problema de guardar as receitas impressas e as dos sites que acesso. Para quem tem tablet (uso o Ipad) é muito útil. Para que ter mais um local para guardar as coisas se posso reunir o digital e o físico num só? :D

Uma nova rotina

Volto a escrever no blog depois de uma pausa de quase um ano. Muita coisa aconteceu nesse interim, mas a mais importante e que alterou para sempre a minha vida, foi o nascimento do meu filho. Hoje faz 12 meses que sou mãe (se contarmos os 9 de gravidez e os 3 até agora) e isso fez com que os focos, assuntos e conteúdos a minha volta fossem relacionados a três itens: a minha barriga, gravidez e filhos. Desde então, tenho acessado muitos sites, blogs, perfis em redes sociais que tratam do assunto e dão todas as dicas possíveis e infalíveis para ter uma família “Doriana “ e outras dicas de produtos indispensáveis de produtos de higiene, brinquedos, dicas de auto –ajuda. Enfim, tudo muito lindo, pouco pratico e chato, porque retrata unicamente esses 3 itens.
Além de ser mãe, continuo sendo mulher, esposa, amiga e profissional conectada. E justamente por não achar uma leitura interessante sobre isso, retomo o blog com a proposta diferente de mesclar experiências com as apps que utilizo no dia a dia e que facilitam o meu dia a dia em desempenhar esses diferentes “chapéus” . Uma nova rotina feminina.
Minhas amigas que vivem me pedindo dicas , espero que vcs gostem :D

A imagem e o desejo de consumo

Um mural online onde você pode organizar e compartilhar as imagens que encontrar pela web. Com um conceito um tanto ingênuo e simples, o Pinterest está atraindo as atenções de usuários e investidores. Lançado em março de 2010, já é a terceira rede social mais popular nos Estados Unidos, alcançando em fevereiro 104 milhões de visitas, atrás apenas do Facebook (7 bilhões) e do Twitter (182 milhões).

É fácil explicar as razões para esse crescimento: sua essência é compartilhar as coisas belas, gostosas e agradáveis da vida por meio de mecanismos simples. Moda, estilo de vida, fotografia, decoração, artes, gastronomia, arquitetura, música e alimentação são temas facilmente inseridos no seu mural ou compartilhados através de botões como “pins” e “curtir” em suas páginas.

A profusão de assuntos interessantes e de afinidades com as mulheres faz com que 70% da audiência do site seja feminina. Mas antes que alguns desavisados pensem que a rede não passa de uma plataforma simples para reunir o “clube da luluzinha” vale destacar que existem aí grandes oportunidades para marcas e empresas. Quem se adiantar e der atenção à sua mecânica pode sair na frente na criação de um diferencial para seus produtos.

Imagem é tudo na venda de um produto e na criação de desejo de consumo. De olho nesse potencial, empresas americanas estão utilizando o canal para expor e vender seus produtos, algo como uma “loja virtual” que direciona os acessos para seus respectivos sites. Uma pesquisa feita pelo PriceGrabber, com 4.851 consumidores online norte-americanos, entre 13 e 26 de março deste ano, mostrou que o Pinterest não apenas tem gerado tráfego de referência para varejistas online como também tem influenciado na decisão de compra: 21% dos usuários da rede social já compraram um produto que conheceram por meio das imagens compartilhadas. Entre os produtos mais adquiridos, 33% estão relacionados a alimentos e cozinha, 32% à moda e vestuário, 30% à casa e decoração, e 26% a artes.

No Pinterest, as empresas podem ir além da divulgação de produtos e transformar esta ferramenta em mais do que mais um “portfólio virtual”. É possível aproveitar esta plataforma para organizar os conceitos que a marca pretende transmitir, apresentando-os ao usuário de forma mais sutil. Coca-Cola e Red Bull são exemplos de marcas que sabem bem como usar essa plataforma. As empresas postam imagens que representam um modo de vida associado a estes produtos, sem necessariamente mostrar as marcas de forma agressiva. Nesse sentido, os “pins” estão abrindo uma nova interação entre marca e usuário onde, sem perder o foco no seu produto ou serviço, as empresas estão se voltando para todo um comportamento a eles relacionado.

Com uma mecânica de compartilhamento simples e intuitiva, o Pinterest pode ser mais uma ferramenta de geração de tráfego para o site, além de um aliado competitivo, pois é possível acompanhar o que está sendo postado pelos concorrentes. Num mundo cada vez mais conectado, onde os desejos são gerados em minutos e a necessidade de compartilhá-los precisa acontecer em segundos, aproveitar esse ímpeto para as vendas é essencial ;)
confira a matéria na integra

Realizações e acertos

Ontem tive o prazer de dar uma palestra na ESPM, o tema da aula era sobre Planejamento em mkt digital e falei sobre a Cruzeiro do Sul e seus dois anos de presença no mundo online. O mais bacana de fazer essas apresentações é ver e evolução das suas realizações ao longo desse tempo mapeadas e exibidas com orgulho para uma platéia atenta e sedenta por informação. Ha 6 anos atras eu era uma das alunas de um curso desses e hje tenho o prazer de poder falar e compartilhar da minha experiencia. Isso da um gaz novo e é um combustivel para desbravar novos projetos.
Impressionante como a explosão desse assunto e o buzz gerado pelas ações na rede ganharam relevancia nas empresas e como os profissionais (que até entao eram confundidos com programadores ou com pessoas que passam o dia inteiro no facebook) ganharam poder de decisão nas estratégias de mkt. Bons ventos!!

O divisor de aguas no mkt das empresas

Os profissionais de marketing digital só têm motivos para comemorar. O cenário nunca foi tão positivo e o mercado nunca esteve tão aquecido como agora. De cinco anos para cá,o marketing digital virou a bola da vez em todas as empresas. Temos vários motivos que explicam essa necessidade, um deles é o crescimento significativo no volume de acessos aqui no Brasil. Hoje o Brasil conta com mais de 78 milhões de usuários na internet (a partir de 16 anos – setembro/2011 fonte Ibope/Nielsen. Somos o 5º país com o maior número de conexões à Internet. O tempo médio de navegação mensal esta em torno de 70 horas e grande parte dele 80% é gasto nas redes sociais e aplicativos on-line (MSN, Emule, Torrent, Skype, etc.)
Esse crescimento foi possível graças a “democratização” de tecnologia e possibilidade de acesso via mobile que tornaram os preços mais atraentes para o consumidor. A entrada da classe C para o clube dos internautas foi significativa e a previsão nos próximos anos é a expansão desse aumento no número de usuários residenciais. A previsão é que 30 milhões de novos usuários entrarão na rede nos próximos 4 anos.
Todos esses números fizeram com que as empresas repensassem suas estratégias de marketing e vissem a necessidade de ter um relacionamento online com seus clientes. Atualmente pesquisa realizada pelo mundo do marketing mostra que 90% das empresas realizam ações de marketing digital envolvendo tanto as redes sociais como mídia e relacionamento via email marketing.
Especificamente no setor de educação tivemos uma mudança na percepção do marketing nas IES. Podemos dizer que, há algum tempo, o marketing era visto com o único objetivo de divulgar o vestibular para atrair novos alunos. Hoje, temos esse papel ampliado na participação das ações de todas as áreas e setores e nas funções de retenção de alunos e planejamento de ações integradas com o meio acadêmico através do uso de plataformas digitais (sites, redes sociais, divulgação via Mobile, relacionamento via email, blogs)
Meu trabalho consiste em potencializar esse relacionamento do consumidor com a marca através de cada uma das plataformas acima citadas. Especialmente nas redes sociais, conseguimos personificar a imagem da IES e torná-la presente do cotidiano dos nossos alunos. O trabalho em todas as plataformas é constante e diário provendo conteúdo, solucionando duvidas, transmitindo informações acadêmicas e também de interesse publico, divulgando os trabalhos feitos pelos professores, seus eventos, palestras, novidades, sempre visando compartilhar conteúdo e promover conversas com a comunidade interna e externa.

Cupons perdendo o folego

A Vivo anunciou hoje seu serviço de compras coletivas via celular. O serviço é o primeiro do gênero de uma operadora no Brasil. O usuário recebe ofertas por SMS e MMS e pode fazer compras por meio de um site móvel do tipo WAP e de um portal de voz. Enquanto temos novidades aqui na terrina, nos EUA alguns desses sites começam a perder o fôlego.
A oferta pública inicial do Groupon foi adiada repetidas vezes devido ao tumulto nos mercados de ações e a erros internos da companhia. Seus executivos dizem que a abertura de capital está a caminho, mas analistas afirmam que talvez não aconteça. Como o Groupon, dezenas de sites similares estão fechando as portas, se reformulando ou participando de fusões. Quando será que aqui na terrinha os “cupons” deixarão de ser novidade? Não sou pessimista, mas acredito que esse mercado de compras coletivas já atingiu o topo da curva de crescimento e não vá durar mais que 2 anos. Afinal não é sustentável. O lado bom é que muitas empresas aprenderam que ofertas funcionam e que, as vezes, mais vale ganhar no volume do que ter um estabelecimento caro e vazio.

Reflexões sobre o Digital Age

Semana passada participei de um dos eventos mais comentados em marketing digital. O Digital Age ocorre há uns 3 anos e em dois dias, busca mostrar as tendências e discutir os temas mais polêmicos do nosso dia a dia digital. Nessa edição, tivemos alguns highlights interessantes sobre o rumo da comunicação e dois assuntos me chamaram a atenção, o crescimento das ações via Mobile e o social commerce.
Foi mostrado em uma das apresentações que o investimento de internet no Brasil já é 10% do bolo publicitário. Se seu plano de mkt não tem de 10 a 15% direcionados para online, algo está errado.No meu plano diria que investimos 18% do bolo, no digital. Isso comprova que estamos no caminho certo?
Bem, alem dessa veriguação temos que hoje as empresas estão mais maduras e estão aprendendo a aproveitar o que o consumidor fala sobre sua marca na web. Elas descobriram que a marca hoje é muito mais do que um produto ou serviço, é questão de relacionamento. Também de dois anos para cá, temos uma mudança na percepção de atuação nas mídias, depois de “camelar”, as empresas perceberam que entrar nas redes sociais sem estabelecer um diálogo com os consumidores é suicídio e que estar na web exige planejamento e consistência. Os mercados estão cada vez mais inteligentes, os produtos precisam ser melhores e o atendimento precisa ser fantástico.
Um dado surpreendente foi sobre o tráfego gerado por smartphones e tablets aumentou em 60% nos últimos 4 meses. Mobile é a maior perspectiva para o marketing digital dos próximos anos, todos os palestrantes sinalizaram para essa questão do celular hoje ser um equipamento de informática e uma extensão do braço.
A banda larga no Brasil será a ferrovia para o futuro. O impacto da banda larga se assemelha com outras infras como eletricidade. Nos próximos 4 anos, 30 milhões de novos usuários entrarão na rede, mas são analfabetos funcionais, como dialogar com esse público? Hoje o número de internautas brasileiros –80 milhões – tem crescido a uma taxa de 25% anualmente. Isso repercute, por exemplo, no varejo, já que o comércio online corresponde a um décimo das vendas do setor. E nessa questão do varejo é que temos a inovação o social commerce que na verdade trata de levar o modelo de venda porta a porta para as redes sociais. Nessa sentido, o Magazine Voce é um aplicativo pioneiro que permite ao usuário criar uma espécie de loja virtual em seu perfil. A cada transação que fechar a partir de sua conta, o internauta receberá uma percentagem sobre o preço da mercadoria – entre 2,5% e 4,5% – sendo que a Magazine se responsabilizará pela entrega e pela cobrança do valor acordado. Um conceito de pirâmide nas redes sociais. É a inovação da Orolix, empresa que ajudei a fundar há 7 anos, onde o usuário era remunerado por indicar amigos a usarem o acesso discado, daqui para frente ele será remunerado por indicar amigos a comprarem. Que venha o futuro ;)

Midia offline parceira da midia online

Um estudo conduzido pela Forrester Research mostra que 79% dos internautas impactados pela publicidade off-line realizam buscas online sobre o produto no mesmo dia.
A presença de palavras-chave no buscador acaba ampliando a cobertura da campanha e a freqüência com que ela é lembrada. A pesquisa mostra também que a grande maioria dos internautas utiliza o serviço de busca ao menos uma vez ao dia: 85%. E os dados revelam que quanto mais tempo de experiência com a internet o usuário possui, maior é a sua confiança nos mecanismos
O volume de search cresce a cada dia e a maior parte das empresas (até mesmo as tradicionais) resolveram apostar nessa midia. Aqui quando trabalhamos num plano de mídia , normalmente casamos as ações off e on line. O objetivo é potencializar a ação de cada uma e não rivalizar. O interessante desse trabalho é justamente a possibilidade de atuar com duas formas de mídia num mesmo plano, sendo que na parte on conseguimos ter a mensuração e o acompanhamento de cada clique. Com isso conseguimos programar que nossa marque esteja sempre nas primeiras posições do resultado da busca, quando um comercial é veiculado numa emissora de grande alcance. O trabalho compartilhado das informações do plano de mídia é fundamental nessa equação.
Leia mais sobre a pesquisa

Mercado de mídias sociais estimula geração de empregos

Quando me convidaram a falar sobre esse tema, fui atras de dados que comprovassem o meu feeling. O mercado está muito aquecido, dados do Comscore (Maio/2011), mostram que 99% dos usuários de Internet acessam redes sociais pelo menos uma vez por mês. Sendo assim, temos que as mídias sociais cada vez mais estão se tornando para as empresas importantes ferramentas de comunicação e uma ótima maneira de atingir seu publico.
A inclusão digital cada vez mais acentuada e a ascensão da classe C no acesso a web, possibilitaram que o público começasse a interagir e buscar informações e recomendações na compra de produtos. Ou seja, mudou o comportamento de compra das pessoas. Sites institucionais não são suficientes para satisfazer a necessidade de informação dos clientes, estes querem interagir e as organizações que percebem isso buscam criar estratégias de relacionamento e de geração de conteúdo para conquistá-los e rete-los.
No começo, as empresas não sabiam muito quais resultados esperar ou o que buscar e tivemos uma proliferação de ações isoladas e sem objetivo. Hoje vejo que grande parte das empresas que atuam nesse meio estão mais “maduras” e fizeram o dever de casa, planejando, definido objetivos, traçando estratégias e principalmente quais resultados esperam obter.
Hoje convivemos com uma série de cargos que não existiam há alguns anos e sendo assim faltam profissionais capacitados para atuar em áreas que exigem a busca por conhecimentos ainda pouco estruturados. Novas profissões como analista de redes sociais, analista de métricas e especialistas em marketing digital, surgiram para atender a demanda de criação de conteúdo, definição de estratégia e programação. Profissionais nas áreas de relações públicas, publicitários, jornalistas, designers, programadores atuam nessa área em constante mudança. A demanda continua maior que a oferta, principalmente de profissionais qualificados.
No entanto, temos poucos cursos na área e as tecnologias se movimentam com muita rapidez. Diria que os profissionais estão aprendendo na pratica. Para se diferenciar, precisa ter paixão ser antenado, conectado e principalmente ser um heavy user. Tem que entender da linguagem, da tecnologia e do timing das redes sociais. Confira a matéria completa

Abraço virtual – a nova geração intocável

Recente pesquisa publicada pela Lab 42 revelou que a nova geração é super comunicativa, anda sempre com os gadgets nos bolsos, mas não se da muito bem com conversas ao vivo, nem mesmo por telefone. 71% dos jovens norte-americanos entrevistados declararam preferir enviar uma mensagem de texto a fazer uma ligação. Será que estamos perdendo o prazer de uma boa conversa, de um café ou de uma cerveja com os amigos? Fico com receio que essas características não sejam exclusivas da nova geração, mas da geração atual que não tem tempo, esta sempre atarefada, querendo abraçar o mundo e fazer 1000 coisas ao mesmo tempo. Os benefícios das redes sociais, a possibilidade de falar com pessoas que estão distantes, em outros países, ou encontrar um conhecido de muito tempo são inquestionáveis. Mas acho que estamos nos acomodando com esse contato pratico, rápido e seco e sendo assim, deixamos de lado o prazer de um abraço e de dividir risadas e compartilhar emoções presencias. O abraço virtual não tem o mesmo impacto que um presencial ;)