• A maior movimentação social de todos os tempos
     
      http://stephi.net.br/v1/?p=280
  • Evernote Food
     
      http://stephi.net.br/v1/?p=277
  • Uma nova rotina
     
      http://stephi.net.br/v1/?p=271
  • Um mural online para compartilhar suas imagens, fez do Pinterest o centro de atenções dos usuários
     
      http://stephi.net.br/v1/?p=262
  • A consolidação do mkt digital
     
      http://stephi.net.br/v1/?p=254


Últimos Posts

Arquivo para a Categoria »Artigos «

A maior movimentação social de todos os tempos

Final de ano é sempre um bom momento para reflexão e balanço geral do que foi programado e efetivamente realizado. Até o dia 31 de Dezembro, praticamente um filme de 1 minuto – no jargão de comunicação – vem à tona e com ele todas as lições aprendidas e as que serão melhoradas.
Brindamos e, a partir das primeiras horas de Janeiro, uma lista de boas vibrações, previsões e perspectivas positivas ocupa a nossa mente. A vida empresarial espelha-se na pessoal e todos os profissionais estão nesse momento fazendo essa reflexão.

No caso de marketing digi,tal não é diferente e, após um ano difícil, que já iniciou herdando uma crise mundial, terminamos 2013 com uma boa perspectiva e consolidação do uso das mídias sociais como ferramenta de negócios e essencial para o aprimoramento da estratégia de comunicação e desenvolvimento de uma melhor inteligência de mercado.

Teremos um ano bem agitado com a Copa do Mundo e eleições e, com isso, 2014 promete ter maior movimentação social de todos os tempos. Somos mais de 100 milhões de brasileiros conectados e com acesso em todos os locais. A pluralidade da conexão se tornou realidade esse ano e será crescente o número de usuários em rede, dialogando por meio de diferentes plataformas, dispositivos e ambientes. O desafio para o próximo ano será promover um comunicação que alinhe o conteúdo para os diferentes formatos e dispositivos para uma legião que encontrou a acessibilidade na tecnologia. Nesse sentido veremos o responsive design ganhar força e websites deverão ser otimizados para as três telas: desktop/laptop, tablet e celular, permitindo ao usuário navegar com conforto, independentemente do dispositivo utilizado.

A experiência do usuário ganhara relevância. Alguns decretarão a morte do SEO (Search Engine Optimization), eu decreto a morte das empresas que anunciam ser capazes de colocar o site em primeiro lugar nos buscadores. O foco dos buscadores será exibir os conteúdos mais pertinentes e não simplesmente rankear os sites.
A otimização dependera menos de técnicas especificas e muitas vezes artificiais e envolvera muito mais a qualidade e relevância do seu conteúdo, a recomendação de seus usuários nas redes sociais e a acessibilidade da navegação no seu site. Essas recomendações serão importantes para os sites serem vistos como referencias e estarem nas melhores posições.

O Facebook começara a dar sinais de cansaço e, seguindo a tendência de copiarmos nossos primos americanos no melhor estilo Black Friday, possivelmente ao longo do próximo ano teremos um inicio de abandono na rede, estimulado pelos mais jovens e early adopters. Incomodados com a perda de privacidade e hiper exposição, procurarão ferramentas especificas de nicho (Whatsapp, Vine, Snapchat) e, como uma onda, isso acabará refletindo no comportamento de navegação dos late adopters.

As empresas estarão mais conscientes do seu propósito nas redes sociais e começarão a valorizar o relacionamento transparente e humanizado com seus clientes. Contudo, haverá a necessidade constante de investir em conteúdo de referência e cada vez mais personalizado, melhoria constante no atendimento e na análise dos indicadores de performance. O sucesso de uma marca não será mais medido pelo número de likes em posts, e sim de acordo com métricas que analisem o engajamento e mostrem o verdadeiro resultado do negócio.

Numa visão mais particular, torço para que os usuários passem a se interessar mais por empresas que ajudem a comunidade na qual estão inseridos a viver de maneira melhor, sustentável e mais responsável. Marcas que combinem propósito social terão forte adesão nas redes sociais. A tecnologia estará à disposição e acessível para quem tiver uma boa ideia, e iniciativas visando à coletividade serão muito bem-vindas. A tradicional frase “precisamos deixar um mundo melhor para os nossos filhos” pode efetivamente se tornar uma ação digital em 2014.

A imagem e o desejo de consumo

Um mural online onde você pode organizar e compartilhar as imagens que encontrar pela web. Com um conceito um tanto ingênuo e simples, o Pinterest está atraindo as atenções de usuários e investidores. Lançado em março de 2010, já é a terceira rede social mais popular nos Estados Unidos, alcançando em fevereiro 104 milhões de visitas, atrás apenas do Facebook (7 bilhões) e do Twitter (182 milhões).

É fácil explicar as razões para esse crescimento: sua essência é compartilhar as coisas belas, gostosas e agradáveis da vida por meio de mecanismos simples. Moda, estilo de vida, fotografia, decoração, artes, gastronomia, arquitetura, música e alimentação são temas facilmente inseridos no seu mural ou compartilhados através de botões como “pins” e “curtir” em suas páginas.

A profusão de assuntos interessantes e de afinidades com as mulheres faz com que 70% da audiência do site seja feminina. Mas antes que alguns desavisados pensem que a rede não passa de uma plataforma simples para reunir o “clube da luluzinha” vale destacar que existem aí grandes oportunidades para marcas e empresas. Quem se adiantar e der atenção à sua mecânica pode sair na frente na criação de um diferencial para seus produtos.

Imagem é tudo na venda de um produto e na criação de desejo de consumo. De olho nesse potencial, empresas americanas estão utilizando o canal para expor e vender seus produtos, algo como uma “loja virtual” que direciona os acessos para seus respectivos sites. Uma pesquisa feita pelo PriceGrabber, com 4.851 consumidores online norte-americanos, entre 13 e 26 de março deste ano, mostrou que o Pinterest não apenas tem gerado tráfego de referência para varejistas online como também tem influenciado na decisão de compra: 21% dos usuários da rede social já compraram um produto que conheceram por meio das imagens compartilhadas. Entre os produtos mais adquiridos, 33% estão relacionados a alimentos e cozinha, 32% à moda e vestuário, 30% à casa e decoração, e 26% a artes.

No Pinterest, as empresas podem ir além da divulgação de produtos e transformar esta ferramenta em mais do que mais um “portfólio virtual”. É possível aproveitar esta plataforma para organizar os conceitos que a marca pretende transmitir, apresentando-os ao usuário de forma mais sutil. Coca-Cola e Red Bull são exemplos de marcas que sabem bem como usar essa plataforma. As empresas postam imagens que representam um modo de vida associado a estes produtos, sem necessariamente mostrar as marcas de forma agressiva. Nesse sentido, os “pins” estão abrindo uma nova interação entre marca e usuário onde, sem perder o foco no seu produto ou serviço, as empresas estão se voltando para todo um comportamento a eles relacionado.

Com uma mecânica de compartilhamento simples e intuitiva, o Pinterest pode ser mais uma ferramenta de geração de tráfego para o site, além de um aliado competitivo, pois é possível acompanhar o que está sendo postado pelos concorrentes. Num mundo cada vez mais conectado, onde os desejos são gerados em minutos e a necessidade de compartilhá-los precisa acontecer em segundos, aproveitar esse ímpeto para as vendas é essencial ;)
confira a matéria na integra

Um Aliado na Busca de Emprego

Cada vez  mais  na crista da onda, as redes sociais como Twitter, Orkut e Linked in  estão ganhando uma função extra na analise de perfis de candidatos durante o processo seletivo para uma vaga de emprego ou estágio.  O tradicional curriculo em Word deixou de ser a única forma de mostrar todas as qualidades e experiências do candidato, outras características de perfil comportamental e também a recomendação de amigos são considerados itens fundamentais para o profissional. Mais »

O Gato Subiu no Telhado

Em tempos de crise, o que mais se escuta nos corredores é a premissa que para sobreviver a empresa precisa ter ações de marketing inseridas na web 2.0. As redes sociais aparecem como o estandarte dessa iniciativa, porém, sem uma ação muito bem definida e um conteúdo relevante, o resultado pode ficar longe do planejado.  O segredo é simples e está nos detalhes em como planejar, organizar, dirigir e principalmente acompanhar os resultados. O primeiro passo é responder qual a finalidade e o resultado que você espera obter atuando em redes sociais? Mais »

To Buzz or Not to Buzz

Recente pesquisa mostra que o Brasil esta em 2° lugar em acessos no Twitter. Somos a maior população do site de microblog, correspondendo a 8,7% de seu total de usuários. Se alguém ainda duvida da paixão dos brasileiros por redes sociais, esse dado só mostra a importância do veiculo no cotidiano das pessoas. Mais »

Categoria: Artigos  Tags: ,  Deixe um Comentário

Mídias Sociais: Terceirizar ou Fazer em Casa?

Ao atuar nas redes sociais, uma das primeiras tarefas que devem ser feitas pelas empresas é a definição  de objetivos. Entre as muitas motivações que as organizações precisam levar em consideração está a necessidade de criar um relacionamento  consistente com seus públicos nas plataformas em que estão atuando. Ou seja, promover um diálogo contínuo. A partir disso, é preciso considerar outros objetivos, como o aumento da base de novos clientes, a melhora da imagem da marca e a oportunidade de benchmarking em concorrentes do mesmo ou de outros segmentos. Para o alcance dessas metas, existem duas opções: terceirização do serviço de mídias sociais ou controle interno das ações pela própria companhia. Mais »

A Sinergia da Boa Imagem em Todos os Meios

A preocupação em manter uma boa imagem junto a seu consumidor é muito importante para as empresas e torna-se uma obsessão constante no dia a dia dos profissionais que trabalham com atendimento. A web com seus 72 milhões de internautas é uma poderosa ferramenta de expressão de opiniões e torna o consumidor um propagandista em potencial, capaz de impactar tendências, estimular críticas de forma a influenciar positiva ou negativamente a venda de um produto ou serviço. Mais »