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  • A consolidação do mkt digital
     
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A maior movimentação social de todos os tempos

Final de ano é sempre um bom momento para reflexão e balanço geral do que foi programado e efetivamente realizado. Até o dia 31 de Dezembro, praticamente um filme de 1 minuto – no jargão de comunicação – vem à tona e com ele todas as lições aprendidas e as que serão melhoradas.
Brindamos e, a partir das primeiras horas de Janeiro, uma lista de boas vibrações, previsões e perspectivas positivas ocupa a nossa mente. A vida empresarial espelha-se na pessoal e todos os profissionais estão nesse momento fazendo essa reflexão.

No caso de marketing digi,tal não é diferente e, após um ano difícil, que já iniciou herdando uma crise mundial, terminamos 2013 com uma boa perspectiva e consolidação do uso das mídias sociais como ferramenta de negócios e essencial para o aprimoramento da estratégia de comunicação e desenvolvimento de uma melhor inteligência de mercado.

Teremos um ano bem agitado com a Copa do Mundo e eleições e, com isso, 2014 promete ter maior movimentação social de todos os tempos. Somos mais de 100 milhões de brasileiros conectados e com acesso em todos os locais. A pluralidade da conexão se tornou realidade esse ano e será crescente o número de usuários em rede, dialogando por meio de diferentes plataformas, dispositivos e ambientes. O desafio para o próximo ano será promover um comunicação que alinhe o conteúdo para os diferentes formatos e dispositivos para uma legião que encontrou a acessibilidade na tecnologia. Nesse sentido veremos o responsive design ganhar força e websites deverão ser otimizados para as três telas: desktop/laptop, tablet e celular, permitindo ao usuário navegar com conforto, independentemente do dispositivo utilizado.

A experiência do usuário ganhara relevância. Alguns decretarão a morte do SEO (Search Engine Optimization), eu decreto a morte das empresas que anunciam ser capazes de colocar o site em primeiro lugar nos buscadores. O foco dos buscadores será exibir os conteúdos mais pertinentes e não simplesmente rankear os sites.
A otimização dependera menos de técnicas especificas e muitas vezes artificiais e envolvera muito mais a qualidade e relevância do seu conteúdo, a recomendação de seus usuários nas redes sociais e a acessibilidade da navegação no seu site. Essas recomendações serão importantes para os sites serem vistos como referencias e estarem nas melhores posições.

O Facebook começara a dar sinais de cansaço e, seguindo a tendência de copiarmos nossos primos americanos no melhor estilo Black Friday, possivelmente ao longo do próximo ano teremos um inicio de abandono na rede, estimulado pelos mais jovens e early adopters. Incomodados com a perda de privacidade e hiper exposição, procurarão ferramentas especificas de nicho (Whatsapp, Vine, Snapchat) e, como uma onda, isso acabará refletindo no comportamento de navegação dos late adopters.

As empresas estarão mais conscientes do seu propósito nas redes sociais e começarão a valorizar o relacionamento transparente e humanizado com seus clientes. Contudo, haverá a necessidade constante de investir em conteúdo de referência e cada vez mais personalizado, melhoria constante no atendimento e na análise dos indicadores de performance. O sucesso de uma marca não será mais medido pelo número de likes em posts, e sim de acordo com métricas que analisem o engajamento e mostrem o verdadeiro resultado do negócio.

Numa visão mais particular, torço para que os usuários passem a se interessar mais por empresas que ajudem a comunidade na qual estão inseridos a viver de maneira melhor, sustentável e mais responsável. Marcas que combinem propósito social terão forte adesão nas redes sociais. A tecnologia estará à disposição e acessível para quem tiver uma boa ideia, e iniciativas visando à coletividade serão muito bem-vindas. A tradicional frase “precisamos deixar um mundo melhor para os nossos filhos” pode efetivamente se tornar uma ação digital em 2014.

Reflexões sobre o Digital Age

Semana passada participei de um dos eventos mais comentados em marketing digital. O Digital Age ocorre há uns 3 anos e em dois dias, busca mostrar as tendências e discutir os temas mais polêmicos do nosso dia a dia digital. Nessa edição, tivemos alguns highlights interessantes sobre o rumo da comunicação e dois assuntos me chamaram a atenção, o crescimento das ações via Mobile e o social commerce.
Foi mostrado em uma das apresentações que o investimento de internet no Brasil já é 10% do bolo publicitário. Se seu plano de mkt não tem de 10 a 15% direcionados para online, algo está errado.No meu plano diria que investimos 18% do bolo, no digital. Isso comprova que estamos no caminho certo?
Bem, alem dessa veriguação temos que hoje as empresas estão mais maduras e estão aprendendo a aproveitar o que o consumidor fala sobre sua marca na web. Elas descobriram que a marca hoje é muito mais do que um produto ou serviço, é questão de relacionamento. Também de dois anos para cá, temos uma mudança na percepção de atuação nas mídias, depois de “camelar”, as empresas perceberam que entrar nas redes sociais sem estabelecer um diálogo com os consumidores é suicídio e que estar na web exige planejamento e consistência. Os mercados estão cada vez mais inteligentes, os produtos precisam ser melhores e o atendimento precisa ser fantástico.
Um dado surpreendente foi sobre o tráfego gerado por smartphones e tablets aumentou em 60% nos últimos 4 meses. Mobile é a maior perspectiva para o marketing digital dos próximos anos, todos os palestrantes sinalizaram para essa questão do celular hoje ser um equipamento de informática e uma extensão do braço.
A banda larga no Brasil será a ferrovia para o futuro. O impacto da banda larga se assemelha com outras infras como eletricidade. Nos próximos 4 anos, 30 milhões de novos usuários entrarão na rede, mas são analfabetos funcionais, como dialogar com esse público? Hoje o número de internautas brasileiros –80 milhões – tem crescido a uma taxa de 25% anualmente. Isso repercute, por exemplo, no varejo, já que o comércio online corresponde a um décimo das vendas do setor. E nessa questão do varejo é que temos a inovação o social commerce que na verdade trata de levar o modelo de venda porta a porta para as redes sociais. Nessa sentido, o Magazine Voce é um aplicativo pioneiro que permite ao usuário criar uma espécie de loja virtual em seu perfil. A cada transação que fechar a partir de sua conta, o internauta receberá uma percentagem sobre o preço da mercadoria – entre 2,5% e 4,5% – sendo que a Magazine se responsabilizará pela entrega e pela cobrança do valor acordado. Um conceito de pirâmide nas redes sociais. É a inovação da Orolix, empresa que ajudei a fundar há 7 anos, onde o usuário era remunerado por indicar amigos a usarem o acesso discado, daqui para frente ele será remunerado por indicar amigos a comprarem. Que venha o futuro ;)